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Se eu funcionasse com bateria

Comprei uma bateria nova para meu notebook porque ele só estava funcionando se estivesse plugado na tomada. Já usei a nova até descarregar e agora estou recarregando para usar até descarregar (repetição de palavras ou gostinho de déjà vu na frase?) e enfim descobrir quanto tempo ela vai durar.
O engraçado é que eu estava botando tanta fé nessa bateria nova, como se fosse uma bateria nova para mim.



Fiquei meio triste porque, no primeiro momento ela não durou muito, mas me apego na esperança que a primeira recarregada vai turbinar a pobrezinha e fazer ela durar muitas horas!

Para que eu quero tanto isso?
Também não descobri ainda. Sei que eu gosto de aproveitar bem o meu tempo e um notebook com bateria é bem mais útil.
Até porque, nos últimos tempos eu personalizei ele de uma maneira muito confortável, então fico chateada quando sou obrigada a usar outro computador.
Fico pensando que poderíamos ter baterias para trocar também.



"Desculpe, estou meio devagar porque minha bateria está acabando e eu esqueci meu carregador em casa."

"Mas eu te empresto o meu!"
"Hmm, não é do mesmo modelo."
"Isso é preconceito! Você nem olhou!"
"Não."
"Não o quê?"
...
...
"Desligou."



  

  

  

 





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Cultura do estupro

Vou escrever esse post com base em um artigo publicado na edição da revista Super Interessante em julho/2015, que você pode acessar clicando aqui.





“Uma em cada cinco mulheres será estuprada. No entanto, até as mais respeitadas instituições - escolas, igrejas, universidades, famílias - varrem a violência sexual para baixo do tapete. Por quê? E até quando?”




Essa reportagem, além de falar sobre um assunto importantíssimo, traz figuras excelentes que conseguem resumir em apenas uma imagem a cultura do estupro, que ainda é cercada pela polêmica “existir ou não existir, eis a questão”. Foi publicada na edição de julho de 2015, mas se encaixa perfeitamente no momento que estamos vivendo agora.

Talvez ainda esteja valendo daqui dois, cinco, dez anos… Mas a esperança é que logo ela seja apenas uma recordação de tempos animalescos em que um ser humano pensava-se dono de outros corpos.

Dados chocantes são apresentados ao longo do artigo nos fazendo refletir o absurdo que é não reconhecer a existência da cultura do estupro, andando lado a lado com o machismo e, tão intrincada na sociedade que se torna difícil reconhecer e fazer reconhecer.

“Todo mundo concorda que estupro é um dos piores crimes que existem. Ainda assim, 99% dos agressores sexuais estão soltos - e eles não são quem você imagina. Culpa de uma tradição milenar: o nosso hábito de abafar a violência sexual a qualquer custo.”

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Sobre a pausa nos vídeos do canal





  

  

  

 




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O chamado do cuco - Robert Galbraith



Finalmente editei esse vídeo e aí está!

Gostei bastante dessa história, muito empolgante e cheia de reviravoltas.


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12 livros para 2016





  

  

  

 




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