de de

12 livros para 2015


TAG criada pela Juliana Gervason (Canal O batom de Clarice)

Vista também no canal do Henrique (EuqueleioVLOG)

Neste vídeo eu defino como prioritários 12 livros para o ano de 2015. São livros que eu comprei e ainda não li, encaixados na TAG criada pela Juliana Gervason, as perguntas seguirão abaixo.

Além disso, mostro uma edição de Dom Casmurro de 1950, que comprei na Estante Virtual e que veio com anotações do antigo dono: Antônio da Costa Ciampa, que, talvez, seja o escritor do livro "A estória do Severino e a história da Severina"





1 – Um livro para reler – Para ler como um escritor – Francine Prose

2 – Um livro para conhecer um autor – Sundays at Tiffany’s – James Patterson

3 – Todo mundo leu, menos eu – Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis

4 – Para alimentar o amor – O chamado do cuco – Robert Galbraith

5 – Para matar a curiosidade – The Great Gatsby – F. Scott Fitzgerald

6 – Para dar uma segunda chance – O quinze – Rachel de Queiroz

7 – Para desencalhar – Essa história está diferente – Ronaldo Bressane

8 – Para descansar – Os olhos velados de Londres – Edgar Wallace

9 – Para entender porque comprei – The Happy Prince and other stories – Oscar Wilde

10 – Finalmente eu vou ler... – O retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde

11 – Ou fica, ou vai – Moby Dick – Herman Melville

12 – Eu tenho que ler – O meu pé de laranja lima – José Mauro de Vasconcelos

Colocarei o link das resenhas nesta postagem conforme for lendo os livros. Acompanhe também através do álbum no Facebook e das outras redes sociais.


  

  

  

 




de de

A morte de Ivan Ilitch - Lev Tolstoi


Um pouco sobre o livro e sobre a vida do autor Lev Tolstói, que tem várias grafias no primeiro nome: Leo, Leon, Leão, Liev... E é mais conhecido pelas obras "Guerra e Paz" e "Anna Karenina".



de de

Voltando à biblioteca - Lidiane S. Fernandes (eu)


Resolvi ler este texto que eu escrevi, segue abaixo o vídeo e o texto.



Depois de sete anos (ou mais) sem emprestar um livro sequer na biblioteca, resolvi visitá-la. O engraçado é que essa visita não foi, inicialmente, com o objetivo de emprestar livros, mas sim, de resgatar a minha "memória literária".

Ocorre que, após estudar vários livros para fazer o vestibular (há quase 10 anos atrás), eu consegui entrar para o curso de Secretariado Executivo, mas então cometi um pecado quase mortal para um leitor voraz, como eu costumava ser: parar de ler literatura.

Foquei apenas nos livros didáticos e técnicos da faculdade, talvez me permitindo a liberdade de ler um ou dois por ano! Por ano! Para quem lia, ao menos, dois por mês, seria um choque incrível, mas eu quis muito levar a faculdade a sério e foi isso que fiz com determinação.

Meu empenho terminou há quatro anos atrás, quando me permiti voltar a sonhar com a literatura e a escrita, colocando algumas coisas no blog, mas então entrei em outro empreendimento, que, novamente, me tirou da rota literária: um novo emprego.

Mas como tudo na vida se aprende, cá estou eu tentando voltar aos trilhos e escrever.

Sempre meu desejo, mas, muitas vezes, por mim mesma renegado. E nessa volta a escrita, descobri que não sabia mais qual meu gênero favorito, ou livro, ou autor, ou mesmo quais livros eu já li na vida. Uma amnésia literária!

Fiquei um tanto chocada quando tentei, muito fortemente, me lembrar dos livros que eu lia, dos tipos que preferia, mas não me lembrei.

Às vezes me lembrava de algum quando ouvia alguém mencionar sua história ou seu nome, mas em geral, apenas sei que lia muito. Mas o que?

Qual gênero era o meu favorito? Era a esse gênero que eu gostaria de pertencer quando escrevesse? Qual era meu/minha autor/autora favorito(a)? Não sei! Não sei! Não sei!

Mas qual lugar melhor para saber o que eu já li se não na biblioteca? Lá fui, temerosa, mas com esperança, de encontrar meu relatório de leituras e poder descobrir minhas origens e recuperar minha memória.

Não me lembro o nome da moça gentil que me atendeu, mas ela foi de em uma atenção sem igual, não me perguntou "Por que?", não me fez uma careta, não me disse que não era sua função e, quando percebeu que não lembrava onde procurar isso no sistema, ainda pediu ajuda e a todo custo (e perda de seu tempo) conseguiu achar o caminho para me auxiliar. Nesta busca, enquanto o sistema se assustava com meus sete anos ausente e tentava resgatar de sua memória os livros que eu já havia emprestado, resolvi dar uma olhada no ambiente. Fiquei feliz. Realmente feliz. Igual criança mesmo. Não sabia que me sentiria assim, mas aquele espaço amplo, cheio de livros disponíveis de graça... Quase me arrancou uma lágrima. Mas me controlei feito gente grande que sou e pude olhar mais tranquilamente.

Naquela manhã (11 de novembro) a claridade entrava suave pelas amplas janelas laterais e duas (ou três) pessoas liam sentadas às mesas.

Uma delas era uma menina graciosa, por volta dos 10 anos, que estava bastante concentrada.

Minha felicidade se transformou em uma forte gratidão por ainda existirem bibliotecas e crianças no mundo, e por existir também uma força superior que faz esses dois seres mágicos se acharem.

Obrigada.

Percebi que havia perdido o foco e, é provável, que estivesse com cara de idiota olhando o nada.

Comecei então a bisbilhotar a primeira prateleira da biblioteca, que fica ao lado da sessão infantil, e contém livros infanto-juvenis, mostrando suas capas e não suas lombadas.

Havia tantos livros interessantes que me deu vontade de ler ali mesmo, mas me contive, lembrando que tinha vários livros por ler em casa.

Mas então, ali no meio dos livros de terror infanto-juvenis, estava um exemplar de "O corvo" de Edgar Allan Poe! Um livro fino, mas todo ilustrado e com o poema mais famoso do Sr. Poe. Como eu poderia resistir?

Eu precisava daquele livro! Porque um mês atrás decidi que escreveria um conto de terror e qual melhor autor para ler se não o Sr. Poe?

Logo meu pensamento novamente estava em êxtase com a ideia de escarafunchar mais prateleiras, mais livros, mais autores, mais histórias, mais, mias, mais!! E levar tudo! Tudo!

Em meio a esse novo devaneio que, dessa vez, acredito ter sido, externamente imperceptível, veio a moça gentil me falar o resultado da busca.

“Então, o sistema retornou um erro, como se você nunca tivesse pegado nenhum livro aqui... Mas eu vou procurar de novo, você pode esperar?”

Fiquei meio sem reação, mas consegui agradecer e concordar com a nova busca. Pois enquanto isso eu olharia mais livros. Tive vontade de viver de novo apenas para poder ler todos eles! Pareciam tão divertidos, assim como aqueles bons filmes de aventuras com bandidos idiotas e crianças espertas.

Então, entre “As crônicas de Nárnia”, os “Harry Potter” e “O diário de um banana” veio a moça gentil me avisar que, pela segunda vez o sistema não havia conseguido me localizar. Ela parecia tão triste e eu apenas disse que tudo bem, porque, afinal, já se iam sete anos, ou mais, sem emprestar nada. Ela voltou ao balcão e eu fiquei ali com minha amnésia literária, tendo a certeza que jamais saberia do que eu realmente gostei, mas refletindo “E daí? Quem se importa? Afinal, posso muito bem recomeçar e, agora sim, ler tudo que der vontade para me decidir os favoritos, e saber do que gosto.”

Com essa decisão em mente fui até a outra extremidade da biblioteca onde se encontravam alguns livros adultos também expostos pela capa e não pela lombada. Lá estavam alguns livros que, acredito, muita gente procura. Dentre eles “O diário de Bridget Jones” que também não pude resistir e decidi levá-lo.

Nesse ínterim, a moça gentil estava na salinha ao lado tomando água e, mais uma vez, a incomodei perguntando como poderia localizar livros de terror nas prateleiras.

E, mais uma vez, sem demonstrar nenhum sinal de enfado, ela se dirigiu em minha direção, dizendo que era melhor se ela me levasse até lá. Então fomos à prateleira do querido escritor de “O iluminado”, mas não era um dia excelente para emprestar um livro do Sr. King, pois vários já não estavam lá, de qualquer forma, escolhi levar “A incendiária”.

Saí feliz dali com meus três livros.

Com entusiasmo os li e os adorei. Fiz vídeos-resenha, e, na devolução, não pude resistir novamente e peguei “Carrie – A estranha”.

Agora penso se resistirei quando voltar à biblioteca para devolvê-lo... Mas no fundo, tenho certeza de que estou louca para não resistir. De que, nem se deveria chamar resistência, pois a biblioteca está lá para isso! E... Como podem ver... Está claro que vou emprestar mais livros.



de de

Carrie, a estranha - Stephen King


Mais uma resenha!

Esta eu postei em vídeo esses dias, mas acabei esquecendo de colocar no blog. Segue abaixo o vídeo!

de de

Super Interessante ed.336 - Agosto 2014


Adorei a sessão "Ao leitor" feita pelo Denis Russo Burgierman (diretor de redação), pois despertou mais a vontade de ler para descobrir qual o resultado do trabalho deles. E dentre os vários assuntos desta edição vou comentar sobre sangue jovem, dinossauros bebês, astrologia, a volta do World Trade Center, etc.

Lembrando que os assuntos abordados aqui são apenas algumas partes da revista, que eu achei mais interessantes e que eu escrevo para gravar melhor na memória, ou apenas para poder buscar mais facilmente caso precise. Se você quer conferir o site da revista clique aqui. Caso queira assinar ou comprar avulsa clique nos links abaixo.


Logo no início da revista, com as propagandas das revistas da Editora Abril eu descobri que eu PRECISO comprar os especiais "Extraterrestres" e "Sobrenatural".

Também descobri que é possível matar baratas com uma solução de água e detergente! Veja aqui: on.fb.me/1qEEJJW

Gostei também das "5 dicas da ciência para você tomar boas decisões".

Super Novas

Nasa estuda forma de viajar mais rápido que a luz: o tal físico Harold White diz que é possível e até já desenhou a nave, mas ainda está começando os testes, de qualquer forma, daqui uns 50 anos é possível que estejamos conhecendo nossos vizinhos ETs.

Fonte
Sangue jovem faz bem ao cérebro: alguns cientistas da Universidade de Stanford fizeram transfusão de sangue de ratos jovens para ratos velhos e o resultado foi uma melhora em testes de memória e de aprendizado. Então eles acreditam que essas transfusões de sangue jovem possam auxiliar no tratamento de doenças degenerativas como Alzheimer - só não sei se vão, literalmente transferir, ou apenas utilizar a proteína responsável por isso (GDF11). Mas que vai ter gente querendo o sangue jovem só para... Bom, ficar mais jovem, ah vai! Aliás, isso daria uma boa história de terror...

Fonte

de de

O diário de Bridget Jones - Helen Fielding



Resenha em vídeo do divertidíssimo diário da Bridget Jones. Se você quer se divertir, se joga no diário minha gente!

Segue abaixo o vídeo.

de de

A incendiária - Stephen King


Vídeo-resenha do livro "A incendiária" de Stephen King.



Link para a adaptação do livro para filme:
http://goo.gl/u8rm3g

Link para notícia de adaptação do livro para série!
http://goo.gl/3sHuqG

de de

O corvo - Edgar Allan Poe


Mais uma resenha em vídeo minha gente! Esse livro traz o poema "O corvo" de Edgar Allan Poe. As ilustrações lindíssimas são de Ryan Price, e o poema é traduzido e comentado por Luiz Antônio Aguiar.

Esse vídeo eu tive que gravar rapidinho porque tinha que devolver os três livros para a biblioteca naquele mesmo dia. Daqui uns dias publico também os comentários sobre os outros dois livros que peguei na biblioteca (A incendiária e O diário de Bridget Jones).