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12 livros para 2015


TAG criada pela Juliana Gervason (Canal O batom de Clarice)

Vista também no canal do Henrique (EuqueleioVLOG)

Neste vídeo eu defino como prioritários 12 livros para o ano de 2015. São livros que eu comprei e ainda não li, encaixados na TAG criada pela Juliana Gervason, as perguntas seguirão abaixo.

Além disso, mostro uma edição de Dom Casmurro de 1950, que comprei na Estante Virtual e que veio com anotações do antigo dono: Antônio da Costa Ciampa, que, talvez, seja o escritor do livro "A estória do Severino e a história da Severina"





1 – Um livro para reler – Para ler como um escritor – Francine Prose

2 – Um livro para conhecer um autor – Sundays at Tiffany’s – James Patterson

3 – Todo mundo leu, menos eu – Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis

4 – Para alimentar o amor – O chamado do cuco – Robert Galbraith

5 – Para matar a curiosidade – The Great Gatsby – F. Scott Fitzgerald

6 – Para dar uma segunda chance – O quinze – Rachel de Queiroz

7 – Para desencalhar – Essa história está diferente – Ronaldo Bressane

8 – Para descansar – Os olhos velados de Londres – Edgar Wallace

9 – Para entender porque comprei – The Happy Prince and other stories – Oscar Wilde

10 – Finalmente eu vou ler... – O retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde

11 – Ou fica, ou vai – Moby Dick – Herman Melville

12 – Eu tenho que ler – O meu pé de laranja lima – José Mauro de Vasconcelos

Colocarei o link das resenhas nesta postagem conforme for lendo os livros. Acompanhe também através do álbum no Facebook e das outras redes sociais.


  

  

  

 




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A morte de Ivan Ilitch - Lev Tolstoi


Um pouco sobre o livro e sobre a vida do autor Lev Tolstói, que tem várias grafias no primeiro nome: Leo, Leon, Leão, Liev... E é mais conhecido pelas obras "Guerra e Paz" e "Anna Karenina".



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Voltando à biblioteca - Lidiane S. Fernandes (eu)


Resolvi ler este texto que eu escrevi, segue abaixo o vídeo e o texto.



Depois de sete anos (ou mais) sem emprestar um livro sequer na biblioteca, resolvi visitá-la. O engraçado é que essa visita não foi, inicialmente, com o objetivo de emprestar livros, mas sim, de resgatar a minha "memória literária".

Ocorre que, após estudar vários livros para fazer o vestibular (há quase 10 anos atrás), eu consegui entrar para o curso de Secretariado Executivo, mas então cometi um pecado quase mortal para um leitor voraz, como eu costumava ser: parar de ler literatura.

Foquei apenas nos livros didáticos e técnicos da faculdade, talvez me permitindo a liberdade de ler um ou dois por ano! Por ano! Para quem lia, ao menos, dois por mês, seria um choque incrível, mas eu quis muito levar a faculdade a sério e foi isso que fiz com determinação.

Meu empenho terminou há quatro anos atrás, quando me permiti voltar a sonhar com a literatura e a escrita, colocando algumas coisas no blog, mas então entrei em outro empreendimento, que, novamente, me tirou da rota literária: um novo emprego.

Mas como tudo na vida se aprende, cá estou eu tentando voltar aos trilhos e escrever.

Sempre meu desejo, mas, muitas vezes, por mim mesma renegado. E nessa volta a escrita, descobri que não sabia mais qual meu gênero favorito, ou livro, ou autor, ou mesmo quais livros eu já li na vida. Uma amnésia literária!

Fiquei um tanto chocada quando tentei, muito fortemente, me lembrar dos livros que eu lia, dos tipos que preferia, mas não me lembrei.

Às vezes me lembrava de algum quando ouvia alguém mencionar sua história ou seu nome, mas em geral, apenas sei que lia muito. Mas o que?

Qual gênero era o meu favorito? Era a esse gênero que eu gostaria de pertencer quando escrevesse? Qual era meu/minha autor/autora favorito(a)? Não sei! Não sei! Não sei!

Mas qual lugar melhor para saber o que eu já li se não na biblioteca? Lá fui, temerosa, mas com esperança, de encontrar meu relatório de leituras e poder descobrir minhas origens e recuperar minha memória.

Não me lembro o nome da moça gentil que me atendeu, mas ela foi de em uma atenção sem igual, não me perguntou "Por que?", não me fez uma careta, não me disse que não era sua função e, quando percebeu que não lembrava onde procurar isso no sistema, ainda pediu ajuda e a todo custo (e perda de seu tempo) conseguiu achar o caminho para me auxiliar. Nesta busca, enquanto o sistema se assustava com meus sete anos ausente e tentava resgatar de sua memória os livros que eu já havia emprestado, resolvi dar uma olhada no ambiente. Fiquei feliz. Realmente feliz. Igual criança mesmo. Não sabia que me sentiria assim, mas aquele espaço amplo, cheio de livros disponíveis de graça... Quase me arrancou uma lágrima. Mas me controlei feito gente grande que sou e pude olhar mais tranquilamente.

Naquela manhã (11 de novembro) a claridade entrava suave pelas amplas janelas laterais e duas (ou três) pessoas liam sentadas às mesas.

Uma delas era uma menina graciosa, por volta dos 10 anos, que estava bastante concentrada.

Minha felicidade se transformou em uma forte gratidão por ainda existirem bibliotecas e crianças no mundo, e por existir também uma força superior que faz esses dois seres mágicos se acharem.

Obrigada.

Percebi que havia perdido o foco e, é provável, que estivesse com cara de idiota olhando o nada.

Comecei então a bisbilhotar a primeira prateleira da biblioteca, que fica ao lado da sessão infantil, e contém livros infanto-juvenis, mostrando suas capas e não suas lombadas.

Havia tantos livros interessantes que me deu vontade de ler ali mesmo, mas me contive, lembrando que tinha vários livros por ler em casa.

Mas então, ali no meio dos livros de terror infanto-juvenis, estava um exemplar de "O corvo" de Edgar Allan Poe! Um livro fino, mas todo ilustrado e com o poema mais famoso do Sr. Poe. Como eu poderia resistir?

Eu precisava daquele livro! Porque um mês atrás decidi que escreveria um conto de terror e qual melhor autor para ler se não o Sr. Poe?

Logo meu pensamento novamente estava em êxtase com a ideia de escarafunchar mais prateleiras, mais livros, mais autores, mais histórias, mais, mias, mais!! E levar tudo! Tudo!

Em meio a esse novo devaneio que, dessa vez, acredito ter sido, externamente imperceptível, veio a moça gentil me falar o resultado da busca.

“Então, o sistema retornou um erro, como se você nunca tivesse pegado nenhum livro aqui... Mas eu vou procurar de novo, você pode esperar?”

Fiquei meio sem reação, mas consegui agradecer e concordar com a nova busca. Pois enquanto isso eu olharia mais livros. Tive vontade de viver de novo apenas para poder ler todos eles! Pareciam tão divertidos, assim como aqueles bons filmes de aventuras com bandidos idiotas e crianças espertas.

Então, entre “As crônicas de Nárnia”, os “Harry Potter” e “O diário de um banana” veio a moça gentil me avisar que, pela segunda vez o sistema não havia conseguido me localizar. Ela parecia tão triste e eu apenas disse que tudo bem, porque, afinal, já se iam sete anos, ou mais, sem emprestar nada. Ela voltou ao balcão e eu fiquei ali com minha amnésia literária, tendo a certeza que jamais saberia do que eu realmente gostei, mas refletindo “E daí? Quem se importa? Afinal, posso muito bem recomeçar e, agora sim, ler tudo que der vontade para me decidir os favoritos, e saber do que gosto.”

Com essa decisão em mente fui até a outra extremidade da biblioteca onde se encontravam alguns livros adultos também expostos pela capa e não pela lombada. Lá estavam alguns livros que, acredito, muita gente procura. Dentre eles “O diário de Bridget Jones” que também não pude resistir e decidi levá-lo.

Nesse ínterim, a moça gentil estava na salinha ao lado tomando água e, mais uma vez, a incomodei perguntando como poderia localizar livros de terror nas prateleiras.

E, mais uma vez, sem demonstrar nenhum sinal de enfado, ela se dirigiu em minha direção, dizendo que era melhor se ela me levasse até lá. Então fomos à prateleira do querido escritor de “O iluminado”, mas não era um dia excelente para emprestar um livro do Sr. King, pois vários já não estavam lá, de qualquer forma, escolhi levar “A incendiária”.

Saí feliz dali com meus três livros.

Com entusiasmo os li e os adorei. Fiz vídeos-resenha, e, na devolução, não pude resistir novamente e peguei “Carrie – A estranha”.

Agora penso se resistirei quando voltar à biblioteca para devolvê-lo... Mas no fundo, tenho certeza de que estou louca para não resistir. De que, nem se deveria chamar resistência, pois a biblioteca está lá para isso! E... Como podem ver... Está claro que vou emprestar mais livros.



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Carrie, a estranha - Stephen King


Mais uma resenha!

Esta eu postei em vídeo esses dias, mas acabei esquecendo de colocar no blog. Segue abaixo o vídeo!

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Super Interessante ed.336 - Agosto 2014


Adorei a sessão "Ao leitor" feita pelo Denis Russo Burgierman (diretor de redação), pois despertou mais a vontade de ler para descobrir qual o resultado do trabalho deles. E dentre os vários assuntos desta edição vou comentar sobre sangue jovem, dinossauros bebês, astrologia, a volta do World Trade Center, etc.

Lembrando que os assuntos abordados aqui são apenas algumas partes da revista, que eu achei mais interessantes e que eu escrevo para gravar melhor na memória, ou apenas para poder buscar mais facilmente caso precise. Se você quer conferir o site da revista clique aqui. Caso queira assinar ou comprar avulsa clique nos links abaixo.


Logo no início da revista, com as propagandas das revistas da Editora Abril eu descobri que eu PRECISO comprar os especiais "Extraterrestres" e "Sobrenatural".

Também descobri que é possível matar baratas com uma solução de água e detergente! Veja aqui: on.fb.me/1qEEJJW

Gostei também das "5 dicas da ciência para você tomar boas decisões".

Super Novas

Nasa estuda forma de viajar mais rápido que a luz: o tal físico Harold White diz que é possível e até já desenhou a nave, mas ainda está começando os testes, de qualquer forma, daqui uns 50 anos é possível que estejamos conhecendo nossos vizinhos ETs.

Fonte
Sangue jovem faz bem ao cérebro: alguns cientistas da Universidade de Stanford fizeram transfusão de sangue de ratos jovens para ratos velhos e o resultado foi uma melhora em testes de memória e de aprendizado. Então eles acreditam que essas transfusões de sangue jovem possam auxiliar no tratamento de doenças degenerativas como Alzheimer - só não sei se vão, literalmente transferir, ou apenas utilizar a proteína responsável por isso (GDF11). Mas que vai ter gente querendo o sangue jovem só para... Bom, ficar mais jovem, ah vai! Aliás, isso daria uma boa história de terror...

Fonte

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O diário de Bridget Jones - Helen Fielding



Resenha em vídeo do divertidíssimo diário da Bridget Jones. Se você quer se divertir, se joga no diário minha gente!

Segue abaixo o vídeo.

de de

A incendiária - Stephen King


Vídeo-resenha do livro "A incendiária" de Stephen King.



Link para a adaptação do livro para filme:
http://goo.gl/u8rm3g

Link para notícia de adaptação do livro para série!
http://goo.gl/3sHuqG

de de

O corvo - Edgar Allan Poe


Mais uma resenha em vídeo minha gente! Esse livro traz o poema "O corvo" de Edgar Allan Poe. As ilustrações lindíssimas são de Ryan Price, e o poema é traduzido e comentado por Luiz Antônio Aguiar.

Esse vídeo eu tive que gravar rapidinho porque tinha que devolver os três livros para a biblioteca naquele mesmo dia. Daqui uns dias publico também os comentários sobre os outros dois livros que peguei na biblioteca (A incendiária e O diário de Bridget Jones).











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Coleção Professor Pasquale Explica - Ortografia - Livro 1



Comprei esta coleção porque queria estudar mais gramática e agora terminei de ler o primeiro livro, que fala sobre ortografia.

Achei bastante resumido, mas mesmo assim parece completo. Além do livro, procurei mais algumas coisas na internet. Ainda assim a minha conclusão sobre ortografia é que se deve decorar as regras ou consultar sempre que precisar. Porque, apesar de toda aquela coisa de que o professor precisa fazer o aluno compreender e não decorar... Achei praticamente impossível com a ortografia.

Professor Pasquale explica que essa complicação toda decorre do fato de que as palavras da língua portuguesa se escrevem não só a partir do sistema fonético (representação dos sons da língua falada), como também do sistema etimológico (origem das palavras). Quer dizer, não existem regras para todas as palavras! Pode isso Arnaldo?

Eu só sei que fiquei mais desesperada quando terminei de ler o livro do que quando comecei, porque eu estava mesmo achando que ia aprender tudo com ele.

#pobre inocente

Enfim, eu tenho o blog e vou publicar algumas dicas e algumas regras para euzinha poder memorizar melhor, e de quebra, talvez ajudar alguém.

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Guerreiros da esperança - Andrea Hirata (Primeira resenha em vídeo!)


Finalmente gravei um vídeo minha gente! Agora as resenhas serão em vídeo. Esse primeiro ficou horrível, e os próximos ainda não são tão legais huahauahuahua Mas aos poucos tenho certeza que vou pegar o jeito.

O que eu mais gostei nesse livro é a esperança e a motivação que ele traz para a educação. Só que eu demorei tanto para fazer a resenha e demorei tanto para conseguir gravar o vídeo, e me preparei tanto que agora nem quero mais falar sobre ele kkkkkkkkkk Mas vamos à sinopse e ao vídeo.

Sinopse
A ilha de Belitung, na Indonésia, é riquíssima em recursos naturais, mas abriga contrastes sociais gritantes: de um lado, a grande empresa de extração de estanho, com suas modernas instalações e seus ricos executivos; de outro, o povo nativo, que vive numa miséria indescritível. É nesse cenário que a jovem professora Bu Mus e o diretor Pak Harfan tentam garantir a seus dez alunos o direito inalienável à educação. Eles têm que lutar contra as mais diversas dificuldades, como o estado decrépito do casebre em que as aulas acontecem, as constantes ameaças do superintendente escolar e as gigantescas escavadeiras, prontas para explorar o solo em seu terreno. Porém, o maior de todos os desafios é insuflar naquelas crianças a dignidade e a autoconfiança. E nisso os professores são bem-sucedidos. Juntos, seus alunos aprendem o valor dos amigos, conseguem descobrir o que há de melhor em cada um e conquistam feitos inéditos para sua pequena escola de aldeia. Com mais de 5 milhões de exemplares vendidos, Guerreiros da esperança se tornou o maior fenômeno editorial de todos os tempos na Indonésia. Em seu livro de estreia, Andrea Hirata nos leva numa comovente viagem pela beleza das amizades de infância, pela pureza do primeiro amor e pelo poder de superação que só o exemplo e a educação são capazes de oferecer. Retirado do site da Editora Arqueiro.

Meu vídeo


Recomendo o livro para


Quem gosta de temas ligados à educação e quem gostaria de ler um livro tranquilo e divertido.

Um trecho que eu gostei muito

"Atualmente, o mundo da educação não enxerga mais a escola como Pak Harfan a enxergava - o conhecimento como valor próprio e a educação como celebração do Criador. A escola não precisa ser apenas um meio para chegar ao próximo nível, ganhar dinheiro e ficar rico. Em vez disso, Pak Harfan via a escola como uma evocação da humanidade, representando a dignidade, a alegria de aprender e a luz da civilização. A escola hoje em dia não é mais um lugar para moldar o caráter, mas uma parte do plano capitalista para o indivíduo se tornar rico e famoso, para exibir títulos acadêmicos e obter poder."


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Destrua este diário - Keri Smith - Parte 2


Bom, como eu já havia dito eu voltaria para postar fotos das coisas que fiz com esse livro super maravilhoso que eu ganhei de presente.

Opinião super curta

Adorei fazer as coisas que eu fiz, mas muitas eu acabei não fazendo. Por que? Pura preguiça ou vergonha. kkkkkkkk Mas se você precisa desligar da vida e relaxar acho que será uma ótima distração. O que eu gostei bastante no livro é o fato de ele despertar a criatividade nas pessoas! Vendo todas as instruções na internet eu percebi que, algumas coisas que fiz, achando que não fosse nada criativo, até que foram criativas sim! E, outras pessoas fizeram coisas super criativas que, nem sequer me passaram pela cabeça fazer! Enfim, muito legal isso.

Instruções do post

Vou colocar as fotos de acordo com a ordem que aparecem as tarefas no livro e vou explicar na legenda mesmo.
Aquelas páginas que eu não tirei foto vou apenas comentar se fiz ou não fiz.
Além disso, coloquei também, em algumas instruções do livro, links para o que outras pessoas fizeram e eu achei bonito. Aproveitem!
O post ficou gigante, mas é isso aí! kkkkkkk

Esta é a capa linda, com textura e tudo, mas que eu dei uma rabiscadinha básica. Confira aqui uma capa super linda e criativa.
A lombada que também deveria ser destruída.
O livro ficou meio aberto por causa das coisas todas que precisamos fazer. Clique aqui para ver uma lombada bem pintada.

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Super Interessante ed. 335 - Julho 2014


Novamente adorei a capa, muito bem bolada e as fotos que estão na matéria também são ótimas. Além disso, essa edição traz informações sobre a vida dos gatos, sobre o crack, sobre as vestimentas das mulheres árabes e muito mais.

Lembrando que os assuntos abordados aqui são apenas algumas partes da revista, que eu achei mais interessantes e que eu escrevo para gravar melhor na memória, ou apenas para poder buscar mais facilmente caso precise. Se você quer conferir o site da revista clique aqui. Caso queira assinar ou comprar avulsa clique nos links abaixo.


Super Novas

Edição de Bruno Garattoni

Estresse e obesidade passam de pai para filho, quer dizer, o pobre coitado do bebê já nasce estressado.

Ninguém merece! Fonte da imagem.

O brasileiro está bebendo menos álcool! Essa realmente me surpreendeu, mas a comparação é entre 2005 e 2010, então tudo já pode ter mudado. Hehehe

Sapato com GPS indica o caminho: muito legal esta ideia. O sapato direito/esquerdo vibra para indicar a direção e os dois vibram juntos quando se chega no local desejado. Bom né?

Entre a vida e a morte: o Hospital Presbiteriano de Pittsburgh desenvolveu uma técnica polêmica para tentar salvar pacientes que, pelo que entendi, estão muito à beira da morte e, não podem receber anestesia para possibilitar uma cirurgia de salvamento. A técnica é trocar o sangue por uma solução de potássio que resfria o organismo até 10ºC permitindo 45 minutos de trabalho sem que a pessoa tenha morte cerebral. Depois de terminados os procedimentos de emergência (em até 45 minutos) o sangue é devolvido ao corpo que se reaquece e volta a se recuperar. Incrível!

Ciência maluca: uma pesquisa comprovou que as pessoas gostam mais de comidas mais caras, quer dizer, foi servido o mesmo prato, mas os valores informados foram diferentes, então aqueles que tinham o valor maior se sentiam mais satisfeitos. Kkkkkkk
Fonte


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Quem não faz, não cheira


O que esperar deste texto?
Foi um texto que eu escrevi tendo me inspirado em uma figura dentro da matéria sobre a história do vaso sanitário. Primeiramente eu gostaria de ter feito um diálogo cômico das pessoas que faziam suas necessidades neste banheiro, mas no decorrer do diálogo eu quis colocar mais complexidade e acabei transformando tudo em uma história empresarial (oi?). Enfim, para quem quiser ver a respeito dos banheiros públicos romanos (onde eu me inspirei) clique aqui. Beijos e aproveitem a história!

Analisando o tempo que os funcionários levavam no banheiro (possivelmente dormindo) e o gasto exorbitante por causa dessa alta frequência, o Senhor Marcondes resolveu construir em sua empresa banheiros públicos assemelhados com os antigos banheiros gregos.
Inicialmente, essa mudança foi aplicada apenas ao banheiro masculino, pois em sua empresa trabalhavam apenas duas mulheres, muito distintas por sinal.
Os funcionários estranharam a mudança e, nos primeiros dias, evitavam o máximo possível comparecer àquele recinto público, no entanto, alguns mais extrovertidos tomaram à frente e, aos poucos, muitos já se sentiam à vontade com toda essa situação.
Senhor Marcondes começou novamente a avaliar a situação e descobriu que muitos passavam ainda mais tempo no banheiro, pois agora o passavam conversando.
- Você viu a merda que o Otávio fez?
- Cara, nem vi, mas ele tem mesmo uma cara de cagão.
- Não, não. Estou me referindo ao relatório para a apresentação de ontem.
- Hmmm, verdade, também ficou uma bosta. Se ele tivesse se dedicado à apresentação tanto quanto se dedica no banheiro teríamos conseguido a campanha.
- Dá uma olhada, ele levantando, nem consegue caminhar direito, deve estar todo assado de tanto fazer cagada.
- Verdade, aquelas apresentações são ridículas.
- Sim, mas dessa vez eu estava me referindo ao trabalho no banheiro mesmo. Eita, estou ouvindo os passos do chefe. Fui!
Enquanto Walfrido arrumava as calças, Lesmael se apurava em terminar para não ser pego pelo chefe, já que seria a segunda vez naquele dia. Mas não deu tempo, Walfrido conseguiu sair enquanto o chefe entrava gritando:
- Puta que pariu! Que fedor é esse?! Não tem aromatizador? Não tem janela?! Vítor! Vítor! Acabaram os incensos criatura?
Um rapaz bastante jovem e encolhido veio correndo até o banheiro.
- Desculpa chefe, queimamos o último hoje.
- Desculpa é o caralho! Quem está encarregado de comprar esta merda?
- Então chefe, o senhor ficou de comprar... Mas eu vou agora mesmo se o senhor quiser.

de de

Mundo Estranho ed. 156 - Agosto 2014



Mais uma edição que me empolgou só de olhar a capa e as manchetes. Primeira coisa: veio um pôster do Sítio do Pica-Pau Amarelo!! Segunda coisa: lendas urbanas que realmente aconteceram! Além dos itens de espionagem a la James Bond que existem na vida real, história do vaso sanitário, muitas perguntas bizarras, etc, etc.

Lembrando que os assuntos abordados aqui são apenas algumas partes da revista, que eu achei mais interessantes e que eu escrevo para gravar melhor na memória, ou apenas para poder buscar mais facilmente caso precise. Se você quer conferir o site da revista clique aqui. Caso queira assinar ou comprar avulsa clique nos links abaixo.

Marcha a ré: Vaso sanitário

Uau! Já existia sistema de esgoto em 3.100 a.C.! Depois em 2.800 a.C., em 1.700 a.C. e por aí vai. E eu achando que o povo sempre liberava seu material fecal no mato mesmo. Kkkkkkkkkk

Claro que isso não era em todo lugar, mas em lugares específicos onde os arqueólogos (ou historiadores, não sei) encontraram móveis ou locais que indicassem esse sistema sofisticado.

Mas o que eu achei mais estranho é o porquê desses sistemas não terem ido para todas as civilizações, já que eram tão melhores do que jogar seus excrementos por aí. Vai saber.

Por isso eu não achava que existissem sistemas de esgoto antes de Cristo! A matéria informa que os sistemas de descarga só ficaram conhecidos na Europa a partir do século 16, com a invenção da privada por John Harrington, da Inglaterra, em 1597, e no Brasil, a partir do século 19!

Então, depois dessa invenção, o conceito não mudou muito, mas o pessoal começou a decorar as privadas, fazer modelos diferentes de troninhos, aquecer o assento, luzes de LED, músicas, exame de urina instantâneo, etc.

Também houve a invenção do banheiro químico em 1950, não explica como funciona, eu também não sei e, acho que nunca fui em um banheiro químico. Eu digo que acho, porque talvez algum banheiro de ônibus seja químico e eu nem tenha percebido.

Uma coisa que me fez rir na matéria foi um modelo de banheiro público romano do século 1, utilizado pelos nobres, mas que não tinha privacidade nenhuma.
Fonte
Então, como exercício de escrita, resolvi fazer um diálogo de pessoas neste recinto. Não tem nada de romano neles (porque eu fiquei com preguiça de estudar o falar romano para escrever o diálogo, hauahuahauahua - "Que bela escritora você vai ser, hein Lidi!"). E acabou que, o diálogo que era para ser engraçado, acabou virando uma história que não tem graça nenhuma. Mas tudo bem, treinando acho que aprenderei.

Para quem quiser ler o texto clique aqui e comente se gostou ou não.

Duelo: Deus contra Darwin (Criacionismo x Evolucionismo)


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Dias Perfeitos - Raphael Montes


Gostei do livro exatamente pelos motivos que o próprio autor deve ter pensado quando o escreveu: as minhas reações a história. Digo isso porque no decorrer do livro não tem como não se imaginar na pele da garota sequestrada e, até mesmo na pele do vilão.

Sinopse

O protagonista do livro é Téo, um jovem e solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e dissecar cadáveres nas aulas de anatomia. Num churrasco a que vai com a mãe contrariado, Téo conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. [...] Téo fica viciado em Clarice: quer desvendar aquela menina diferente de todas que conheceu. Começa, então, a se aproximar de forma insistente. Diante das seguidas negativas, opta por uma atitude extrema: desfere um golpe na cabeça dela e, ato contínuo, sequestra a garota. Elabora então um plano para conquistá-la: coloca-a sedada no banco carona de seu carro e inicia uma viagem pelas estradas do Rio de Janeiro . [...]
Confira a sinopse na íntegra no site da Cia das Letras, clicando aqui.
Fonte: Cia das Letras

Opinião curta

Apesar do final inusitado (para não dizer decepcionante) eu gostei do livro. Principalmente porque acontecem muitas coisas inesperadas no decorrer da história, nunca dá para saber o que irá acontecer. Não é um livro que dá medo e, apesar de algumas partes sangrentas, também não é repugnante.

Indicaria para quem gosta de suspense, ficção policial, humor negro e, talvez, um drama psicológico.

Fugindo um pouco do livro e falando sobre o autor, ele tem um vídeo super ótimo na internet falando sobre métodos de escrita, clique aqui para acessar, que me ajudou a encontrar livros para estudar. Além disso, parece ser bastante ativo nas redes sociais, mas como eu mesma não sou, só tenho o Facebook mesmo, hehehe.

Quer dar uma olhadinha no booktrailer do livro? Olha aí! Achei ótimo!


Opinião longa


Eu li o livro em e-book porque queria termina-lo a tempo de comparecer ao bate-papo com o autor na Semana Literária do SESC (comprando físico teria que esperar o livro chegar). De qualquer forma eu não consegui terminar, mas o bate-papo foi ótimo. Além do Raphael Montes, também estava presente a escritora Simone Campos, que é uma fofa e eu preciso ler os livros dela também.

Mas voltando ao Dias Perfeitos... Ele é narrado em terceira pessoa, mas apenas na visão do protagonista Téo, ou seja, estamos dentro da cabeça de um sociopata. Claro que, não tenho como saber qual seu grau de doença psicológica, mas que ele é doente, isso ele é – acesse esse link para mais informações a respeito de psicopatia e sociopatia.

de de

A preparação do romance I - Roland Barthes


Primeiramente estranhei o livro porque eu não sabia que eram anotações de um curso e não, propriamente, palavras escritas para se tornarem um livro. Eu estava comprando os livros das Crônicas de Nárnia e este estava em promoção, como o título era “A preparação do romance” pensei: “Eu preciso desse livro!”

Sinopse

Este foi o último curso ministrado por Roland Barthes no Collège de France. Neste curso, Barthes empreendeu 'uma interrogação sobre as condições (interiores) em que um escritor, hoje, pode pensar em empreender a preparação de um romance'. Mas não se tratava de analisar o gênero romance de modo histórico ou teórico, nem mesmo de coletar informações sobre as técnicas usadas por diferentes romancistas do passado na preparação de seus romances. O ponto de vista adotado foi o da fabricação, assumida por um sujeito particular que pretendesse escrever um romance. Essa reflexão lhe permitiria, talvez, a realização da fantasia pessoal de se tornar romancista. No primeiro volume, Barthes examina a prática inicial de toda escrita - a anotação. Em vez de examinar os carnês de notas de romancistas, ele analisa o haicai japonês, considerado como 'a realização exemplar de toda anotação'. No haicai, explora três campos de anotações - a individuação das estações e das horas; o instante, a contingência; o afeto leve. Este primeiro curso é acompanhado de um seminário sobre o tema do 'Labirinto'.

Opinião curta

Adorei! Me forneceu dicas ótimas e estou ansiosa para ler o volume 2. Achei que teria uma linguagem complicada, mas é bem tranquilo. A única coisa que não gostei muito foi a quantidade de tempo dedicada ao haicai, pois algumas vezes me perguntava porque ele estava explicando aquilo. Eu acho que o livro também serve como uma força motivadora para quem, como eu, ainda não criou vergonha na cara coragem de escrever logo (já que é meu sonho). Como fiz muitas anotações vou deixar o restante dos comentários mais abaixo.

Quem gostaria desse livro?

Pessoas que querem escrever e pessoas que estejam estudando os escritos de Roland Barthes. De qualquer forma, é um livro técnico, então vai ser útil para quem quer estudar os diversos aspectos da obra. Não imagino alguém lendo este livro apenas pelo prazer de ler.

Opinião longa

Então, como dito no início, apesar de não pesquisar nada sobre este livro eu comprei mesmo assim, e a minha surpresa foi saber que o livro são anotações que Roland Barthes fazia para um curso ministrado sobre “A preparação do romance”. O curso foi ministrado nos anos de 1978 a 1979 e essas anotações foram convertidas em dois volumes.

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P.S.: Eu te amo - Cecelia Ahern


Sinopse

Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.

Opinião curta

Assisti o filme primeiro e chorei horrores, então, apesar de não gostar de livros românticos, eu resolvi ler esse livro. Não foi surpreendente, mas foi melhor do que alguns outros romances que eu já li na vida. Talvez porque faz muito tempo que não leio romances, e os romances tenham melhorado, ou, talvez, porque esse livro é bom mesmo.

O que eu gostei bastante no livro é que ele não é inteiro triste, não faz chorar 100% do tempo, tem várias partes divertidas sobre as trapalhadas da Holly e suas amigas, por exemplo. Como o filme é um pouco diferente do livro eu não sabia se o final seria igual, então fiquei na expectativa e gostei muito do final do livro, mais do que o final do filme.

O que eu não gostei é que a autora utiliza alguns recursos que não me agradam (como fazer suspense com situações onde sabemos o que vai acontecer), então acaba ficando chato, parece enrolação. Outras coisas também relativas à narração que agora não vou me lembrar.

Fora isso, eu tive que pegar um e-book pirata para ler, porque o que eu comprei na Saraiva, simplesmente não conseguia baixar no Kobo. Então acabei lendo com muitos erros de digitação, de diagramação, de pontuação... Enfim, chato. Isso atrapalhou pra caramba minha leitura.

Quem gostaria deste livro?

Acredito que amadores de romances vão adorar esse livro, porque é muito amorzinho, ao mesmo tempo que é divertido.

Para quem perdeu um ente querido talvez seja um livro bom, porque mostra a superação da personagem após a morte do marido, sem contar que, no livro, essa superação é bem mais real do que no filme.

Acho que quem espera ler um livro para passar o tempo também vai gostar, pois, como já mencionado, é um livro divertido e tocante.

Opinião longa

Ao contrário das críticas que eu vi, achei que os atores que interpretaram os personagens foram muito bem. Imaginei a Holly exatamente como ela era no filme, assim como o Gerry e os outros.

Que eu me lembre no filme Gerry ainda está vivo no começo, no livro não, sabemos da vida deles a partir de flash backs, também no filme acho que Holly não tinha tantos irmãos, sem contar que ela mora em um apartamento nos Estados Unidos, e, pelo que entendi, no livro era mora em uma casa na Irlanda.

Lá pela metade do livro comecei a ficar impaciente, porque não estava acontecendo nada muito relevante, talvez a autora tenha tido a intenção de passar esse tédio mesmo, por causa da morte de Gerry, que Holly estava superando, por isso não conseguia ficar realmente feliz com alguma coisa.

Spoiler logo abaixo (ou seja, revelações de partes da história)

Depois da página 240 a história começou a ficar realmente legal, Holly conseguiu um emprego de vendedora de anúncios em uma revista, o que achei bem mais plausível do que ser designer de sapatos (não que não existam designer de sapatos no mundo real, mas eu imagino que seja uma profissão difícil de conseguir).

Ainda em relação à profissão, eu imaginei que uma profissão mais realista é mais favorável para que o leitor consiga se ver no lugar da personagem. Quer dizer, conseguia me visualizar na situação dela (no filme) até o momento que ela teve aquele insight e passou a desenhar sapatos e fazer o maior sucesso, porque na época eu fiquei imaginando: "Nossa, o que eu iria fazer? Não tenho esse dom criativo e empreendedor!" Então, no livro, o emprego que ela consegue é um emprego normal, onde se leva currículo e se faz entrevista. Bem mais fácil se ver no lugar da personagem dessa maneira, vocês não acham?

Uma coisa que eu gostei no filme foi ela não ter ficado com o primeiro que apareceu e estava com medo de que no livro isso acontecesse. Mas eu acabei gostando mais do final do livro, foi bem mais equilibrado e não teve influência do Gerry, ao contrário do final do filme, que foi tipo o Gerry dizendo "Se eu morrer, eu quero que você encontre esse meu amigo na Irlanda, porque é com ele que eu quero que você fique" ¬¬


Enfim, acho que é só isso que tenho a dizer, se você gostou do filme, leia o livro, porque é mais legal!

Sites com frases do livro/filme

de de

Projeto de escritora


Decidi criar um projeto pessoal para me tornar escritora. Para quem não sabe, desde que me entendo por gente quero ser escritora, mas eu tenho um sério problema de abandonar meus projetos no meio do caminho, se é que posso falar que já tenha feito algum projeto.

O fato é que resolvi começar a cursar Letras para me ajudar nesta empreitada, mas não me ajudou nem um pouco. Talvez porque estivesse fazendo à distância e não conseguisse absorver nada.
Esse semestre eu tranquei a faculdade para poder estudar mais detalhadamente as coisas que eu não estava entendendo...
Fonte
hAUaHAUahAUahUA

Tinha tudo para dar errado, mas eu acho que está dando super certo!

Por isso resolvi me esforçar o máximo possível para conseguir escrever de maneira decente. Então vou deixar registrado o Projeto de Escritora e as evoluções que estou tendo nele, assim como as metas que estabeleci para mim mesma. Se você me conhece, me ajude!

Coloquei em verde os que estou conseguindo, em azul os que estão quase, e em vermelho os que não comecei.

1ª meta - ler mais!

Status: estou cumprindo.


2ª meta - escrever mais!

Status: estou cumprindo. Lembrando que aqui estou incluindo as resenhas que estou fazendo.

de de

Mundo Estranho ed. 155 - Julho 2014


Esta edição traz uma matéria super linda sobre o Complexo de Gizé no Egito, também a origem de várias expressões populares e várias outras coisas. O que eu mais gostei e tive vontade de comentar segue abaixo.

Lembrando que os assuntos abordados aqui são apenas algumas partes da revista, que eu achei mais interessantes e que escrevo para gravar melhor na memória, ou apenas para poder buscar mais facilmente caso precise. Caso queira assinar ou comprar avulsa clique nos links abaixo.


Alguns tópicos eu coloquei no Tumblr para ficar melhor dividido, então é só clicar no título para ser redirecionado.

TOP10: As maiores obras paradas do Brasil

Choquei! É muita obra enorme em andamento (ou não). A lista segue da obra mais “barata” (R$ 17 milhões) para a mais cara (R$ 40 bilhões). Continue lendo...

Marcha a ré: Moedas no Brasil

Adorei esse tema. Sempre quis saber ao certo como foram as mudanças de moeda no Brasil, porque os nomes se repetem e vira aquela salada. As primeiras moedas, óbvio, vieram de Portugal, mas as primeiras moedas feitas no Brasil foram produzidas pelos holandeses no Nordeste. Continue lendo...

Retrato Falado: Joseph Kallinger, o sapateiro (1936-1996)

Não só era doido sozinho, mas levava o filho junto! Não só roubava, mas também torturava suas vítimas de formas bizarras! Depois, quando foi preso, tentou se matar várias vezes, tendo sido transferido para uma sela isolada com vigilância e morrendo de parada cardiorrespiratória.
Seu filho, que também o auxiliava a torturar quando criança, foi para o reformatório e, depois, ganhou pais adotivos. Só não consigo imaginar essa criança sendo normal.

Photobucket
Fonte
Capa: Mistérios milenares

Gostaria de comentar mais sobre a matéria de capa, mas é mais visual mesmo, pois descreve a estrutura das pirâmides e o mapa do complexo de Gizé.

de de

Outros tempos

Prevíamos uma carreira brilhante,
um futuro alucinante
e tudo de bom que pudesse existir.

Prevíamos chuva fresca no verão,
sol quente no inverno
e uma primavera longa.

Prevíamos, na verdade sem prever,
porque pensar no futuro não era necessário.

Mas, um dia percebemos,
que o destino de nossos sonhos
eram apenas nossas lembranças,

e que essas lembranças se tornaram
nossa vida.

Talvez um dia voltemos a prever;
uma carreira brilhante,
chuva fresca no verão,
e tudo de bom que puder existir.

Ou talvez convivamos
para sempre
com essas lembranças.

Fonte da imagem


de de

Morte súbita - J. K. Rowling

   
Adorei! Estava com muitas expectativas por ser o primeiro livro que li da J.K. depois da saga Harry Potter, mas não me decepcionou nem um pouco.

Como bem diz J.K.: "As questões sociais que abordo são relevantes em qualquer lugar: os conflitos familiares e conjugais, as tensões entre pais e filhos, o conflito ideológico entre a ênfase na autonomia e o apoio proporcionado pelas administrações", em entrevista à James Runcie (Fonte).

A história se passa no distrito de Pagford, localizado nas redondezas da cidade de Yarvil. São vários personagens, cada qual com suas características e segredos. A história começa com a morte de um dos membros do Conselho Distrital: Barry Fairbrother. Sendo que, com sua morte, abre-se uma vaga para o Conselho, que deverá ser disputada através de uma eleição.

Nesta disputa separam-se dois grupos. De um lado estão os antigos moradores de Pagford, que não gostaram da junção do bairro Fields ao distrito e querem que a cidade arque com as despesas, além da desativação da clínica de reabilitação Bellchapel localizada no distrito. Este bairro anexado é formado pelo que, aqui no Brasil, chamamos de casas populares, ou seja, casas entregues pelo Governo para famílias carentes, com bons descontos nos valores.

Do outro lado da disputa estão os defensores do bairro Fields e do bem que ele fez para as famílias que lá residem. Nesse grupo se incluía o falecido Barry. Com a morte dele as pessoas que eram suas amigas assumem a sua causa, mas nenhuma delas com tanto afinco quanto o falecido, pois defendem a ideia mais pela admiração e amizade que tinham, do que por realmente acreditar nela.

A autora apresenta os personagens de maneira gradativa, assim como seus problemas familiares e sociais. É interessante ler o desenrolar da história e perceber que, assim como na vida real, no livro cada família tem seus problemas e segredos, que não são jamais revelados à sociedade por vontade própria.

Depois de alguns desses segredos virem à tona muita coisa ainda resta acontecer, e o final da história nos apresenta uma tragédia que muda novamente o rumo da vida de todos os personagens. Achei muito natural a maneira como a autora trabalha este impacto na vida de cada um, mostrando que todos estão, de certa forma, interligados.

Este livro eu li em janeiro, mas apenas agora, quando fui revisar esta resenha, quis procurar uma entrevista que li na época, não achei, mas achei uma entrevista em vídeo que foi mais esclarecedora ainda.

Nesta entrevista (clique aqui para assistir), que ela deu no lançamento de Morte Súbita, ela menciona que a parte mais difícil de construir foi a estrutura, não dá pra duvidar nem um pouco, porque é incrível como ela conseguiu trabalhar com tantos personagens em tantas situações diferentes, sem deixar a peteca cair.

Como mencionado na entrevista também, e que eu não tinha pensado, a história não tem um personagem principal, todos tem seu destaque.

A entrevistadora ainda compara J.K. com os escritores russos, infelizmente não posso dizer se concordo ou não com essa afirmação, mas gostei muito do entrelaçamento das histórias no livro, então preciso ler os escritores russos.

Enfim, o livro é grande, mas vale a pena, só não espere algo parecido com Harry Potter.

de de

Mundo Estranho ed. 154 - Julho 2014


Só de ver que o assunto era comida já achei que a edição seria ótima! E realmente foi ótima, apesar do tema ser o mesmo, as matérias foram diversificadas e nem deu pra perceber que era tudo ligado à comilança.

Fato ou boato? Paul McCartney foi substituído?

Bom, não tinha como ser ligado à comida, então essa parte fugiu do tema, mas ficou ótima também. Como eu que sou alheia à vários clássicos musicais e não sei nada dos Beatles, então não sabia desse mistério sobre Paul ter sido substituído. De qualquer forma, tudo esclarecido nesta matéria e o McCartney não foi substituído coisa nenhuma. Mas que as mensagens subliminares são estranhas, isso são.

TOP 10: Restaurantes da ficção que viraram realidade

Quero ir no Krusty Burger (Os Simpsons – Orlando, EUA) e Three Broomsticks (Harry Potter – Orlando, EUA). Não vai ser tão difícil já que tudo fica em Orlando.

Marcha a Ré: Micro-ondas

As micro-ondas surgiram para revolucionar os radares na 2ª Guerra Mundial em 1940 e em 1945 o espertinho do Percy Spencer (não, não era o Percy Jackson, kkkkkk, #piadinhasemgraça) percebeu que os radares derretiam chocolate e a empresa Raytheon patenteou a tecnologia para fins culinários. Em 1947 surgiram os primeiros fornos a la forno micro-ondas que temos hoje #sqn, a diferença é que eles eram enormes, caros e não faziam muita coisa. Em 1967 já eram menores e mais baratos, mas ainda assim, mais caros do que hoje em dia. Depois disso mudaram algumas coisas, mas não muitas, e o forno micro-ondas ficou parado no tempo. Mas, em 2012 foi lançado pela Panasonic um micro-ondas que controla a potência das ondas, então eu pensei: “Ué, mas meu forno tem uma regulação de potência...”. E a matéria responde: “os demais micro-ondas operam sempre a 100%, com interrupções na emissão para simular variações de potência.” =O Fiquei de queixo caído.

Fui enganada! (Fonte imagem)

13 coisas que você não sabia sobre a água

Debate que eu gosto: Comer carne de cachorro e de gato é errado?

Achei que os argumentos do “Sim” foram melhores, baseado em fatos e em nossa realidade e os argumentos do “Não” apenas em histórias e opiniões. De qualquer forma eu acho que, se existe um lugar em que eles comem cachorros e gatos, deixa eles comerem! Mas aqui não daria certo por todas as razões mencionadas na matéria e que todos já podem imaginar. Não se pode aceitar comer os bichos que são parte de várias famílias né gente?!

Capa: Me engana que eu gosto

Adorei essa matéria! Várias curiosidades!

de de

Super Interessante ed. 334 - Junho 2014




Essa edição inteira é sobre futebol e como eu não gosto muito de futebol acho que vou comentar poucas coisas, mas vamos lá!

Super Novas

O Brasil produziu as caxirolas para substituir as vuvuzelas na Copa 2014... Hein? Só ouvi falar disso agora minha gente! Acho que não fizeram muito sucesso...

Fonte

Sobre as derrotas do Brasil nas copas tem um gráfico indicando que o Brasil normalmente é eliminado pelos campeões ou vices (como aconteceu esse ano também).

Ser fanático traz felicidade! Porque o fanático se sente parte de um grupo  e a “camaradagem com outros fãs têm um efeito psicológico positivo”. Concordo totalmente porque eu nunca fui fã de nada e sempre me senti um pouco sozinha também.

Fonte
Os atletas (ricos, claro!) estão comprando câmaras de nitrogênio, onde eles entram e são quase congelados, para recuperação dos músculos, no entanto, os cientistas não garantem se isso é mais eficiente do que uma banheira de gelo.

de de

O círculo vermelho - Edgar Wallace



O que dizer desse livro? Adorei! É o segundo livro que leio de Edgar Wallace. O primeiro foi A porta das sete chaves, que me introduziu no mundo da ficção policial, e eu gostei muito, mas acho que O círculo vermelho é melhor.

Escolhi ler este, justamente porque é um dos livros mais famosos do autor, embora ele tenha muitos livros famosos, que, inclusive, se tornaram filmes. Gostaria de ler todos, mas são tantos!

Enfim, O círculo vermelho traz uma associação secreta de várias pessoas que não conhecem umas às outras, mas que recebem dinheiro em troca de fazer certo tipo de favor alguma ou algumas vezes.

“Uma associação de criminosos se especializa em chantagem contra pessoas ricas e influentes, e seu chefe é um indivíduo misterioso cuja identidade é desconhecida para seus próprios cúmplices. A investigação oficial está a cargo do inspetor Parr, que conta com o auxílio de um detetive particular, Derrick Yale, com faculdades quase sobrenaturais de percepção extrassensorial.”

Achei o personagem do inspetor Parr bastante interessante e peculiar, quer dizer, ele não é o tipo bonitão-super-charmoso, ao contrário, não é nada charmoso e, inclusive, bastante desacreditado por todos. Utiliza o auxílio do detetive particular Derrick Yale, inicialmente, como uma forma de ser melhor aceito e, posteriormente, como parte de seu próprio plano.

“Desenvolve-se, com a ação do livro, uma história de amor, não confessa, entre Thalia Drummond e Jack Beardmore. A solução do mistério do Círculo Vermelho se dá quase ao mesmo tempo da aceitação do amor entre ambos, com a mesma carga de surpresa. Por outro lado, Edgar Wallace compraz-se em fazer alusões veladas, dar sugestões como quem não quer nada, mas de tal modo embutidas na ação do romance ou no diálogo das personagens que podem passar despercebidas. Nisto se revela ainda a sua técnica e destreza na criação de ambientes e atmosferas. Esse tipo de sugestão, essas alusões em cortes de cenas, tem muito a ver com a linguagem do cinema. Edgar Wallace, ao morrer, era roteirista em Hollywood onde chegou a produzir uma obra que será sempre lembrada: é o autor do roteiro de King-Kong (1933), um dos clássicos do filme de terror. A técnica e a estrutura de O círculo vermelho não desmerecem o futuro roteirista. Com uma linguagem objetiva, sem floreios inúteis e de uma sobriedade que acentua os lances mais dramáticos sem cair no dramalhão, Wallace obtém um romance de crescente interesse.”

Quem escreveu essas partes entre aspas foi o tradutor desta edição que eu li: Fernando Py.

Gosto do romance que se desenvolve entre Jack e Thalia, porque chega a ser engraçado. Na verdade, desde o princípio Jack parece mais o coitado sofredor que não é correspondido e Thalia é a anti-heroína super-independente que foi uma grata surpresa para mim. Isso porque, apesar de seguir o estereótipo da mocinha, sendo linda e adorada por todos os homens, seu comportamento não é da mocinha que precisa ser salva, e eu adoro isso! Realmente não esperava encontrar essa personagem em um romance escrito em 1922.

Acho que esse foi o primeiro romance policial que eu suspeitei da pessoa certa (kkkkkkkkkkkkkkkkk), mesmo assim aconteceram outras revelações que eu jamais suspeitaria.

Gosto muito da narração do Edgar Wallace, porque é fácil de acompanhar e de imaginar. Não tem aquele ritmo super acelerado estilo Dan Brown, mas nos prende na história do início ao fim de forma divertida e instigante. Sem contar que a resolução de tudo foi surpreendente.

Enfim, se você gosta desse tipo de leitura não perca tempo! É um livro pequeno (225 páginas) que não precisa de mais páginas, pois a história fica muito bem encerrada.


de de

Super interessante ed. 333 – Maio 2014


Eu não errei, essa edição é realmente de maio... Porque maio teve duas edições (pra facilitar a minha vida #sqn kkkkkkk)

Fonte da imagem

Super novas

Ainda está fundo demais para conseguirmos chegar lá, mas e se conseguirmos? O país que conseguir vai se tornar rico e viver em guerra igual aos países do Oriente Médio que tem petróleo??

Em maio, quando saiu a revista ele já estava sendo testado em humanos e vinha tendo bons resultados. De qualquer forma ele foi planejado para pessoas com insuficiência renal crônica e não para os que querem comer sal à vontade.

No link acima tem inclusive um vídeo demonstrando o funcionamento do aparelho, claro que é muito diferente da maneira como lemos, é como se jogássemos lá no google translator para a mulher ler, já sabemos que a leitura não tem a entonação correta e coisas do tipo, mas já é uma bela evolução, quer dizer, mesmo não sendo uma leitura primorosa, ainda sim é uma leitura! Muito bom, parabéns ao MIT!

Barba é dilema para mulheres
Achei engraçado isso: fizeram uma pesquisa para identificar se as mulheres preferiam homens barbados ou não. Então quando a maioria das fotos era com barbados elas preferiam os lisos, mas quando a maioria das fotos era de lisos, elas preferiam os barbados AUhaUhaUahAUh Vai entender!